Tendências de decoração para 2022

A tendência decoração 2022 vem com tudo para quem quer transformar completamente ou fazer uma pequena reforma na casa.

No guia exclusivo de decoração 2022, o site Home It indica muitas informações e ideias para colocar em prática nos ambientes de seu lar. Mas que tal conhecer algumas das tendências de decoração 2022 que mais chamam a atenção?  

Veja abaixo:

  • Estética confortável: é a ideia de garantir funcionalidade, aconchego em itens básicos,
  • Ambientes integrados: integrar ambientes garante sensação de amplitude, aconchego e bem-estar,
  • Estilo retrô: é o uso de móveis e objetos de decoração que remetem às memórias afetivas e histórias pessoais e familiares,
  • Formas e cores orgânicas: escolha de painéis de madeira clara, plantas e cores terrosas, por exemplo, tendência que permanece forte,
  • Mobiliário multifuncional: os móveis possuem mais de uma função porque a intenção é aproveitar melhor o espaço dos ambientes,
  • Dourado: o tom passa a sensação de abundância e qualidade, de prosperidade e sucesso.

Qual é sua tendência favorita?

Qual o risco das tsunamis no Brasil?

Nos últimos dias, com a erupção do vulcão Cumbre Vieja, nas Ilhas Canárias, muito tem se especulado sobre os riscos e os impactos que essa erupção pode causar na região, e como uma das consequências, seria possivelmente causar um tsunami no Brasil, mas com tanta informação circulando nas redes sociais, você saberia dizer qual o risco de acontecer uma tsunami no Brasil?

 

Pensando nisso, preparamos esse artigo para que você possa entender e tirar de uma vez por todas, suas dúvidas sobre este fenômeno.

 

Para começar, é preciso compreender primeiro o que é o fenômeno, sendo assim, os tsunamis podem ser definidos como ondas oceânicas gigantes, que são geradas como consequência da atividade de terremotos ou outros eventos geológicos, como por exemplo,   a queda repentina de um grande material de rochoso e gelo no mar capaz de gerar uma onda gigante no oceano.

 

Mesmo assim, o risco de uma erupção vulcânica como a ocorrida nas Ilhas Canárias, causar um tsunami é quase nula, visto que, a maior parte dos tsunamis acontecem em decorrência da movimentação de placas tectônicas presentes no fundo dos oceanos.

 

Desta forma, os brasileiros podem respirar aliviados, pois o nosso território não está próximo a nenhuma dessas placas tectônicas, para que haja um risco real de que esse fenômeno possa desencadear a origem de um tsunami por aqui.

 

No entanto, especialistas divergem, para uns a chance é praticamente nula e outros dizem que existe, sim, um certo risco de que o Brasil venha sim ser atingido por um tsunami no futuro, mas antes que você se desespere, isso dependeria de uma série de fatores, e a origem do tsunami seria localizada em algum país do continente africano, próximo da costa noroeste.

 

Uma curiosidade, a maior parte dos piores tsunamis da história ocorreu em países, localizados na costa do oceano Pacífico.

 

Vimos o que pode ser a causa de um tsunami, no entanto, não é qualquer onda grande que pode ser considerada um tsunami. Confira!

O que é considerado um tsunami?

 

A onda precisa ter um comprimento entre 10 e 500 km, para ser considerada um tsunami,  além disso o tempo de formação da onda também é levada em conta para caracterizar um tsunami, tendo um período de formação relativamente lento, do que as ondas normais, um tsunami pode levar alguns minutos para se formar.

 

Apesar de levar um certo tempo para se formar, essas ondas gigantes invadem áreas litorâneas, com um alto poder de destruição, e rapidamente causam inúmeros estragos por onde passam. E quanto maior a intensidade do fenômeno que deu origem ao tsunami,   maior tende a ser a velocidade de propagação das ondas, o que, por consequência, tem um poder de destruição ainda maior nas áreas atingidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Qual o risco da volta de público aos estádios?

Em 2020, durante o pico da pandemia de Covid-19, os eventos esportivos deixaram de contar com a presença de público como medida para conter o avanço do vírus.

 

Nas últimas semanas, mais de um ano depois do início da pandemia, já com o avanço da vacinação contra a covid-19 em todo o Brasil, deu-se início ao debate sobre o retorno de público aos estádios brasileiros.

 

Para discutir esse assunto,  temos a participação dos responsáveis pelos clubes, federações de futebol. Além de claro, a participação dos governos municipais e estaduais. No entanto, não há consenso entre eles.

 

O único tópico em que todos concordam é que para que se tenha a presença do público, todos os  torcedores deverão estar vacinados  e só poderão entrar nos estádios mediante a apresentação do comprovante das duas doses ou dose única da vacina contra covid.

 

São poucos os estádios que permitem a volta da presença de torcida.

 

E isso leva a pergunta, qual é o risco da volta de público aos estádios?

 

Segundo especialistas, mesmo que os estádios sejam ambientes abertos e arejados, há um alto risco de contaminação para a população, pois nos dias de jogos haverá um volume maior de pessoas  circulando dentro e fora dos estádios. Sendo assim, aumentando os risco de ocorrerem aglomerações.

 

As aglomerações são apontadas como um dos principais fatores para a disseminação do vírus. Ou seja, com a liberação da volta do público aos estádios, poderá ocorrer um aumento de casos e assim sobrecarregar os hospitais da região, e por consequência levar a um novo lockdown nas cidades.

 

Veja agora o que foi decidido em alguns estados do Brasil sobre esse assunto.

 

Em São Paulo, a  liberação do público nos estádios deverá acontecer a partir de 1º de novembro e o protocolo sanitário para garantir a segurança e a saúde dos torcedores será divulgado  junto com a Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Já no Rio de Janeiro, até o momento não será possível a volta do público devido ao  aumento no número de casos de covid-19,por conta da alta disseminação da variante delta.

 

Em Minas Gerais a volta da torcida não tem data exata para acontecer, mas já conta com a  permissão de 30% da capacidade com regras específicas para evitar a aglomeração de torcedores nos arredores do estádio.

 

Já no Rio Grande do Sul os estádios operarão com 40% da capacidade em cada setor do estádio com um limite máximo de 2,5 mil pessoas a cada partida. Os torcedores devem manter certa distância e o uso de máscara é obrigatório.

 

No Ceará, até o momento, as partidas seguem sem público, pois as autoridades  competentes não chegaram a uma decisão definitiva sobre o assunto.